Vivendo a Adolescência

Projeto e-vigilantes

 
Implementando a Política Nacional de Saúde Sexual e Reprodutiva de Adolescentes e Jovens
 

 Em 2008 a Reprolatina iniciou o Projeto “Vigilantes dos Direitos Sexuais e Direitos Reprodutivos” com objetivo de sensibilizar e incentivar adolescentes e jovens a atuarem como “Vigilantes”, promovendo e defendo os direitos sexuais e direitos reprodutivos (DSDR) em suas comunidades para a implementação e a efetivação da Política Nacional de Saúde Sexual e Reprodutiva de Adolescentes (PSSR) nas unidades de saúde do SUS. Essa Política garante como direitos à adolescentes: o acesso a camisinha, métodos anticoncepcionais, pílula de emergência sem burocracia e atendimentos com qualidade, confidencialidade, sem necessade da presença dos pais.

Vários grupos de adolescentes, em 13 cidades do Brasil, participaram de capacitações onde aprenderam sobre projeto de vida, empoderamento, relações de gênero, vulnerabilidade, prevenção e DSDR. Adquiriram também conhecimentos em TI (Tecnologia da Informação) para a criação de sites e foram até as Unidades Básicas de Saúde de seus município para pesquisar sobre a qualidade da atenção em Saúde Sexual e Reprodutiva para adolescentes e jovens. 

Um dos resultados desse Projeto foi a elaboração do Guia “Saúde Sexual e Saúde Reprodutiva: Um direito de adolescentes” elaborado pela Reprolatina em parceria com a Área Técnica da Saúde do Adolescente e do Jovem do Ministério da Saúde (ASAJ). Esse Guia foi implementado na rede pública de saúde de Manaus/AM em 2012.
Hoje, nossa meta é implementar uma rede nacional de adolescentes e jovens e-vigilantes que promova os direitos sexuais e reprodutivos e que crie estratégias de Advocacy para promoção dos DSDR em seus locais de atuação. Para isso, estamos utilizando as redes sociais, este Portal e um grupo no Ning para nos articular e lutar pela defesa dos DSDR e pela qualidade na atenção em saúde sexual e reprodutiva.

Venha fazer parte desta rede e-vigilantes que esta transformando o direito de adolescentes na área da saúde sexual e reprodutiva de numa realidade.

As primeiras ações do Projeto aconteceram em 2008, através do apoio financeiro da Fundação Empower com o objetivo de formar o primeiro grupo de Vigilantes dos DSDR que passaram por um processo de capacitação presencial e retornaram aos seus grupos para incorporar os conhecimentos aprendidos e multiplicar as ações de promoção e defesa dos DSDR e iniciar as etapas da estratégia de advocacy para contribuir com a implementação da atenção em saúde sexual e reprodutiva de adolescentes nas unidades de saúde.

Veja alguns resultados desta etapa clicando aqui!

Entre Junho de 2010 e Dezembro de 2011 o Projeto começou uma nova etapa com o objetivo de implementar a Política em dois municípios que não tinha nenhum das ações implementadas e não conheciam a Política. Os municípios escolhidos para este projeto piloto foram: Pindamonhangaba – SP e Arceburgo – MG que após uma reunião com a secretaria de saúde demonstram interesse e apoio para implementação das ações, o que garantiu o sucesso do Projeto e implementação de uma atenção específica para adolescentes na área da saúde sexual e reprodutiva e seus direitos.

 

Algumas das ações realizadas:
 

Reunião entre a Reprolatina e a Secretarias Municipal de Saúde para firmar os acordos de colaboração.

Capacitação de adoelscentes para atuarem como Vigilantes dos DSDR nas ações na escola, na saúde e na comunidade.

Realização de oficinas e ações educativas com profissionais de saúde das unidades (postos de saúde) participantes do Projeto.

Colocação de cartazes e murais informativos nas unidades de saúde e nas escolas para promoção dos DSDR e atenção a saúde sexual e reprodutiva de adolescentes.

Implementação do livre acesso ao preservativos nas unidades de saúde.

Implementação do dia e horário especifico para atendimento de adolescentes esclarecer suas dúvidas e fazer a consulta de saúde do(a) adolescente.

Atendimento de adolescentes sem a obrigatoriedade da presença dos pais ou responsáveis legais, mantendo sigilo e confidencialidade.

Acesso de adolescentes aos métodos anticoncepcionais, incluindo anticoncepção de emergência e preservativos.

Seminário de promoção e defesa dos Direitos Sexuais e Reprodutivos e apresentação dos resultados do projeto.


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