Vivendo a Adolescência

Implante


 

O que é o implante anticoncepcional?

É um cilindro feito de um plástico especial, que contém hormônios de progestogênio, que se coloca embaixo da pele, habitualmente no braço. O cilindro de plástico, aos poucos, vai liberando de maneira eficiente e contínua, pequenas doses diárias de hormônio, alcançando o efeito anticoncepcional desejado.  Em outros lugares do mundo há implantes que utilizam duas cápsulas em vez de um cilindro e que também se colocam embaixo da pele do braço.

Cabe ao/à profissional de saúde informar e orientar sobre os critérios médicos de elegibilidade, que irá dizer se a pessoa pode ou não usar este método anticoncepcional, caso tenha sido escolhido.

 

Como o Implante funciona?

O implante funciona porque os hormônios do cilindro, lentamente passam para o sangue da mulher e esse hormônio no sangue inibe ou bloqueia a ovulação, além de alterar o muco cervical, dificultando a entrada dos espermatozoides ao útero da mulher.

 

Como se usa o Implante?

Sua colocação é feita por um/a profissional de saúde capacitado, durante os sete primeiros dias do ciclo menstrual, ou a qualquer momento do ciclo desde que se tenha certeza que a mulher não está grávida. A duração do implante (efeito anticoncepcional) é de três anos, sendo que, após esse período o implante deve ser retirado e substituído por um novo, se a mulher deseja continuar usando este método.

Por se tratar de um método hormonal, para iniciar o seu uso, a mulher deve procurar um serviço de saúde e receber orientações de um/a profissional de saúde capacitado para uma melhor orientação e esclarecimento de suas dúvidas.

 

Qual a eficácia do Implante?

A eficácia do implante é muito alta.  As gravidezes com o método são excepcionais dentro dos primeiros três anos de uso.  Se a mulher esquece de trocar o implante aos três anos a chance de engravidar aumenta na medida que passa o tempo.

 

Quais são os efeitos colaterais?

  • Sangramento: o sangramento frequente (mais de cinco episódios em 90 dias) ocorreu em 6% das mulheres e o sangramento prolongado (mais de 14 dias consecutivos de sangramento em um período de 90 dias) ocorreu em 11,8% das usuárias;

  • Amenorreia (ausência de menstruação): 20,7% das usuárias; o sangramento infrequente (menos de três episódios em um período de 90 dias) ocorreu em 27,2% das mulheres;

  • Outros efeitos: acne, dor nas mamas, cefaleia, aumento de peso, dor abdominal, diminuição da libido, tonturas, dor no local da injeção, variações de humor, sintomas similares aos da influenza (gripe), náuseas acontecem com frequência muito baixa.

Em geral os efeitos colaterais diminuem com o tempo de uso e são de baixa frequência depois de seis meses de uso.


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