Vivendo a Adolescência

Anel Vaginal

O que é?

É um anel de plástico flexível e transparente, que contém hormônios (substâncias químicas) parecidos com os hormônios que a mulher produz em seu corpo, e que são absorvidos através da mucosa vaginal em doses baixas e constantes.

Cabe ao/à profissional de saúde informar e orientar sobre os critérios médicos de elegibilidade, que irá determinar se a mulher (adolescente, jovem ou adulta) pode ou não usar este método anticoncepcional, caso tenha sido de sua escolha.

 

Como o Anel Vaginal funciona?

O anel vaginal funciona igual a um anticoncepcional oral combinado (pílula), portanto ele não deixa acontecer à ovulação, impedindo a saída do óvulo dos ovários. Além disso, ele também engrossa o muco cervical dificultando a passagem dos espermatozoides.
 

Como se usa o Anel vaginal?

A mulher deve colocar o anel dentro do canal da vagina nos primeiros cinco dias da menstruação, sendo que o anel deve permanecer dentro do canal da vagina por 21 dias para então ser retirado, e somente após sete dias de intervalo, um novo anel deve ser recolocado. Durante esses sete dias de descanso (intervalo), a menstruação deverá ocorrer e a mulher pode ter relações normalmente sem proteção adicional.
 

 


Qual a eficácia do Anel Vaginal?

Sua eficácia apresenta taxa de falha de 0,4 a 1,2%, ou seja, de cada 1.000 mulheres (adolescentes, jovens e adultas) que usam o anel vaginal no período de um ano, de 4 (quatro) a 12 (doze) mulheres, podem vir a engravidar.

 

Quais são os efeitos colaterais?

Algumas mulheres, durante o uso do anel, podem apresentar:

 

  • Ganho de peso

  • Dor de cabeça leve

  • Vaginite

  • Sensação de corpo estranho, problemas na hora da relação sexual e expulsão do anel;

  • Diminuição da quantidade do fluxo menstrual o que pode prevenir anemia ferropriva.

  • Diminuição da frequência e a intensidade da dismenorreia (cólicas menstruais).

  • Protege contra (diminuir o risco para):

    - Gravidez ectópica;
    - Câncer de endométrio;
    - Câncer de ovário;
    - Cistos de ovário;
    - Doença inflamatória pélvica;
    - Doenças mamárias benignas.


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